Assessores divulgam Câncer de TEMER! Quem governará o Brasil?

O Governo, por outro lado, tenta convencer então que diante do quadro de TEMER o melhor seria Dilma continuar no governo.

Uma informações inusitada hoje abalou os corredores de Brasília, o medo de quem poderia governar o Brasil. Dilma com seu enfraquecimento certamente perderá com impeachment e TEMER divulgou através de seus assessores seu câncer em fase já avançada, um câncer de próstata. O governo Dilma tenta barrar avanço do processo na Câmara dos Deputados


Os assessores de Temer estão desmentindo o fato e disse que o vice-presidente está preparando uma nota oficial a imprensa, que tudo não passa de um boato.
                 
Essa é a conclusão de levantamento da consultoria Prospectiva com base em declarações feitas pelos assessores e parlamentares em redes sociais e discursos no plenário. QUEM VAI GOVERNAR O BRASIL.

Temer terá que se ausentar para tratamento o mais rápido possível, Dilma e o PT estará fora de curso, sobrará para CUNHA ou Renan Calheiros??

Na manhã desta quarta-feira, 289 deputados já tinham declarado voto favorável ao prosseguimento do mpeachment enquanto outros 106 afirmaram que votariam contra. Até o momento, há 118 deputados indecisos. Porém todos se assustaram com a informação do câncer de Temer e isso deixou todos na posição de indecisos.

O governo, por outro lado, tenta convencer então que diante do quadro de TEMER o melhor seria Dilma continuar no governo.

Adeus, base, até antão
Até ontem, segundo análise Prospectiva, ainda era elevada a probabilidade da presidente Dilma Rousseff evitar a aprovação do impeachment na Câmara.

Mas o cenário mudou. De uma tacada só, PP e PRB – que somam um contingente de 70 deputados federais – decidiram apoiar o processo contra a petista.

Para o final da tarde hoje, a expectativa é de que o PSD, do ministro Gilberto Kassab (Cidades), acompanhe o movimento e declare orientação favorável ao fim do mandato. A legenda tem hoje 36 deputados em exercício, mas outros dois licenciados podem votar à Câmara até domingo.

Com o desembarque do PSB, a oposição já poderia contar com até 93% do apoio necessário para aprovar o impeachment na Câmara  isso se forem somados os votos declarados e a inclinação dos indecisos.
Já o governo sairia dos atuais 84,9% do mínimo para barrar o processo na votação de domingo para 77%.

Contra-ataque
A tendência é de que, após desembarque coletivo das bancadas, o governo aposte em uma estratégia individual de negociação com os deputados indecisos.

No entanto, lembra Vidal, dois fatores influenciam a decisão de cada parlamentar – para além de qualquer acordo proposto pelo governo. O primeiro é a tendência de voto da maior parte do plenário.

“Se há um grupo considerável de parlamentares que votarão contra o governo, os indecisos também serão cotados pelos demais. Ficaria constrangedor para eles ir contra a maré”, afirma Thiago Vidal,  coordenador do núcleo de análise política da Prospectiva.

Ao mesmo tempo, pesa também a determinação da legenda. Se o partido determinar que dissidências culminarão em punições, “não vai ter alternativa”, diz Vidal.

O que deu errado?
Ao contrário do ex-presidente Fernando Collor de Mello que – aparentemente – se deu por vencido, Dilma Rousseff tem se esforçado para conseguir os 172 votos necessários para reverter a sina.

Ela conta, inclusive, com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se transformou no principal ativo da coordenação política da petista. Mesmo sem assumir o cargo de chefe da Casa Civil, ele tem coordenado, de um hotel de luxo em Brasília (DF), a força-tarefa para impedir o impeachment.

É aí que, na opinião de Vidal, reside o calcanhar de Aquiles da estratégia do governo. Ao subordinar as legendas a uma negociação encabeçada por alguém que não tem cargo na Esplanada e que estaria sendo investigado pela Operação Lava Jato, o governo expõe a própria base a uma situação constrangedora.

“Historicamente, os partidos têm sido acusados de chantagem. Neste atual momento recorrer a esses mesmos instrumentos como forma de manter apoio político gera muito mais holofote e um constrangimento ainda maior”, afirma.

A partir das 14h do próximo domingo cada voto irá pesar para a sina da presidente. Até lá, governo e oposição farão de tudo para puxar para seu lado um a um dos indecisos que perambulam pela Câmara. O cronômetro já começou a rodar  e, por ora, um lado está ganhando.

(VIA AGÊNCIA)


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