Pavor!!! Saiba como Dilma agiu após ouvir Bolsonaro evocar memória do torturador dela

Antes de Bolsonaro se aproximar do microfone, Dilma já havia mudado completamente o seu semblante para um de preocupação e receio.

Para quem viu a votação do impeachment no Domingo conseguiu observar que o deputado nazista Jair Bolsonaro (PSC-RJ) ‘homenageou’ o voto dele ao torturador coronel Brilhante Ustra. E ainda o chamou de “terror da Dilma”.


A presidente resolveu chamar Ricardo Amaral, autor da biografia de Dilma e um dos únicos que ela conseguiu contar sobre as torturas que sofreu na época da ditadura. Calada, ela entregou um livro ao amigo.
                 
Bolsonaro foi ovacionado pelos colegas parlamentares e seu voto comemorado em todo Brasil. Mas não foi isso que aconteceu no Palácio do Planalto. Ustra era chefe do DOI-CODI, órgão de repressão da ditadura militar responsável pela tortura que Dilma Rousseff enfrentou na época. Ou seja, Ustra foi torturador de Dilma e Bolsonaro com certeza sabia disso.

Antes de Bolsonaro se aproximar do microfone, Dilma já havia mudado completamente o seu semblante para um de preocupação e receio. Ela apertou as mãos nos braços da cadeira que estava sentada e ouviu o recado dado pelo parlamentar. “Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff.”

Toda a sala, então, fica em silêncio. Todos sabiam que Dilma foi torturada a mando de Ustra e que isso a afetaria de alguma forma. Ela se levantou e sozinha dirigiu-se até o corredor que levava à saída da sala. Ficou ali parada, enquanto os vinte convidados ficavam olhando um para a cara do outro, sem falar nada.


A presidente resolveu chamar Ricardo Amaral, autor da biografia de Dilma e um dos únicos que ela conseguiu contar sobre as torturas que sofreu na época da ditadura. Calada, ela entregou um livro ao amigo. O silêncio continuou reinando por alguns minutos, até que conseguiram digerir aquilo que foi dito por Bolsonaro e voltaram a conversar normalmente.

Dilma ficou visivelmente sentida, mexida, angustiada com a lembrança. Com certeza foram os 56 segundos mais demorados da vida dela depois da ditadura militar.

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