Brasil Renovado. Caiu governo do PT, Dilma está fora, senado federal afasta a presidente da republica

Quinta feira 12 de maio de 2016, ex-presidente Dilma Rousseff terá que descer a rampa do Palácio do Planalto, chega o fim do projeto  de poder do PT.

O projeto de poder do PT acaba de ser derrubado pelo Senado Federal, Dilma está fora do poder. A presidente é afastada e o Brasil amanhece nesta quinta feira, após mais de 20 horas de discursos no Senado, com Michel Temer presidente da Nação, da Republica Federativa do Brasil.
Dilma cai, Brasil acorda com PT fora do poder e vive momento de esperança. Senado Federal pela sua maioria retira o poder de governar da ex-presidente Dilma Rousseff .          
Após o impeachment ser votado na  câmara federal, seguindo rito determinado pela suprema corte do país, o caso foi levado ao Senado Federal, qual tem o pode de julgar a admissibilidade ou não da presidente da republica que, deixará hoje 12, o Palácio do Planalto.


Esse ato não só retira Dilma Rousseff do poder mas, acaba com projeto de poder iniciado por Luiz Inácio Lula da Silva, e que, também, a partir deste momento ,poderá ser preso por corrupção.

O Brasil respira e inicia uma nova era. Dilma é acusada de editar decretos de créditos suplementares sem aval do Congresso e de usar verba de bancos federais em programas do Tesouro, as chamadas pedaladas fiscais. Sua defesa entende que não há elementos para o afastamento. Mas não foi o suficiente para evitar seu afastamento.

Apesar de analisarem estes aspectos no julgamento da presidente, os senadores pouco abordaram estas questões em seus discursos. A maioria optou por falar sobre a crise política enfrentada pelo governo, os problemas econômicos por que passa o país e o desmonte da administração petista.

Apesar de tentarem desconstruir os argumentos que embasam a denúncia contra Dilma, integrantes da base governista já jogavam a toalha sobre o afastamento da petista.

Vou estar amanhã (quinta), junto com a presidenta Dilma, na saída, certamente. É um jogo de carta marcada. O Senado está escrevendo uma das páginas mais tristes dos seus 190 anos, disse da tribuna o senador Jorge Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado.

O líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), até esqueceu-se de registrar presença após cinco horas de sessão, que começou por volta das 10h.
Na volta da interrupção para o almoço, após as 14h, o também petista Lindbergh Farias (RJ) contou aos colegas do plenário que nem havia escrito ainda o seu discurso a ser feito na tribuna.

Ao contrário do clima de embate da Câmara, senadores pouco prestavam atenção no que diziam os demais colegas, fosse contra ou a favor da presidente.

A maioria passou a sessão afinando o teor de suas falas, batendo papo com outros senadores sobre assuntos diversos, alguns descansando no tradicional cafezinho.
O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), chegou a pedir, por mais de uma vez, que os senadores e deputados presentes à sessão fizessem silêncio e prestassem atenção aos discursos dos colegas.

O Senado é uma instituição de 190 anos, nós não vamos transformar o Senado em uma feira do passarinho. Por favor, isso não é uma desatenção com o orador apenas, isso é uma desatenção com a sessão que nós estamos realizando, que é histórica. O mundo inteiro está com os olhos voltados para o Senado e nós não vamos, desculpem-me, eu não quero ser deselegante, repetir o espetáculo que nós tivemos na Câmara dos Deputados, disse.


No plenário, enquanto a sessão ocorria, discutia-se já os próximos passos do caso, como a visita, provavelmente na tarde desta quinta (12), do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, para assumir a condução jurídica do processo.

A reunião de Lewandowski no Senado deve contar com a presença do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da comissão especial do impeachment no Senado, e de líderes partidários.

A expectativa era que Dilma fosse notificada nesta manhã, entre 9h e 10h, pelo primeiro-secretário, Vicentinho Alves (PR-TO), que depois informaria o vice Michel Temer oficialmente. A partir daí, a petista é presidente afastada e Temer o presidente em exercício.

SESSÃO
Senadores pró-impeachment tentaram acelerar a sessão, por meio de requerimentos para encurtar o tempo de 15 minutos de discurso dado a cada senador. Os petistas não concordaram.

Quem quer falar 15 minutos quer perpeturar o governo de Dilma, disse o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que será o ministro de Planejamento de Temer.

Pressionado por alguns senadores para acelerar a sessão, Renan Calheiros ironizou: Não podemos apressar a História.

Com o discurso mais aplaudido pelos oposicionistas no plenário, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) criticou a condução da política econômica do governo petista.

O desequilíbrio das finanças públicas gera instabilidade no país, que faz com que os investimentos deixem de vir e o desemprego passe a florescer, afirmou o tucano, derrotado por Dilma na eleição presidencial de 2014.

Essa é uma marca dos governos populistas. Sempre agem com irresponsabilidade fiscal. E, quando fracassam, usam o velho discurso da divisão entre nós e eles, disse

Registra-se, dia 12 de maio de 2016, após as 6:00 da manhã de quinta feira, a Presidente do Brasil Dilma Rousseff é afastada do comando da nação. O PT é derrotado e seu projeto de perpetuar um rito comunista no Brasil não prevalece.

COMPARTILHAR:

+1

Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial

Postagens populares

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...