Credibilidade da Globo na lama. Prisão do Ex BBB Laércio, ele pode pegar 15 anos por estupro

Os policiais também apreenderam aparelhos eletrônicos do tatuador, como computador e telefone celular.

O ex-BBB Laércio de Moura, preso na manhã desta segunda-feira sob a acusação de fornecer bebida alcoólica e abusar de uma menina de 13 anos, pode pegar até 15 anos de prisão, segundo a Polícia Civil do Paraná. Como a menina tinha menos de 14 anos em 2012, ano em que se relacionou com Laércio, era considerada vulnerável e o ato, um estupro. A instituição, que comandou a operação contra Laércio através do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), realizou uma coletiva de imprensa no fim desta manhã, em Curitiba.


A vítima em questão, hoje com 17 anos, confirmou as acusações à polícia e, de acordo com a assessoria de imprensa do Nucria, forneceu os prints (cópias) de conversas mantidas com o tatuador pela internet. Nas conversas, fica claro que Laércio procurava esconder o relacionamento com a menor.

As investigações sobre Laércio tiveram início há três meses, a pedido do Ministério Público do Paraná, que acolheu denúncias feitas por espectadores do Big Brother Brasil. No programa da Rede Globo, o designer de tatuagem afirmou gostar de se relacionar com garotas mais novas e foi atacado pela mineira Ana Paula, que o chamou de pedófilo e conquistou a simpatia do público.

A vítima em questão, hoje com 17 anos, confirmou as acusações à polícia e, de acordo com a assessoria de imprensa do Nucria, forneceu os prints (cópias) de conversas mantidas com o tatuador pela internet. Nas conversas, fica claro que Laércio procurava esconder o relacionamento com a menor.

Em um dos momentos, a menina sugere dar um tempo porque a mãe está desconfiando. Tudo isso é meio proibido, eu morro de medo que descubram&, diz a menina, em determinado ponto. Espera eu ficar mais velha, continua. Ele, então, recomenda que ela fique sussa.Só vão descobrir se você vacilar e falar pra alguém.

Os policiais também apreenderam aparelhos eletrônicos do tatuador, como computador e telefone celular. De acordo com a delegada-adjunta do Nucria, Patrícia Nobre, a base para as investigações foram as redes sociais. A apuração continua, atrás de outras possíveis vítimas.


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