Lula se complica com Porto de Cuba, enquanto Temer ganha apoio de EUA e Alemanha

A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar empréstimos concedidos pela BNDES juntamente com a mediação do Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio, nos quais aponta que o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva atuava como lobista da construtora Odebrecht, inquérito pelo qual uma das obras que está sendo investigada é o financiamento do Porto Mariel, em Cuba.
Os investigadores da Polícia Federal acreditam que há indícios fortes que durante os anos de 2011 a 2014, o ex-presidente teria recebido indevidamente vantagens financeiras, persuadindo agentes públicos de países como a República Dominicana, Cuba e Angola facilitando assim financiamentos feitos pela BNDES. As investigações ainda apontam que Lula usou de seu prestígio político de ex-presidente para intervir juntamente à Odebrecht e influenciando países estrangeiros, em benefício da construtora, através de interesse próprio e de familiares. O então presidente do BNDES, Luciano Coutinho, em um período de quatro anos obteve oito eventos agendados, porém em apenas um evento não contou com a presença ativa do Instituto Lula. Na delação de Delcídio do Amaral, foi possível conciliar informações que mostram uma interferência de Lula, o governo e pessoas ligadas ao ex-presidente nas decisões feitas pelo BNDES.


Apoio a Temer
A "briga" entre aqueles que defendem o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e aqueles que acreditam que o Brasil presenciou um "golpe", ganhou holofetes no exterior. O embaixador americano Michael Fitzpatrick avaliou que o processo de impeachment no Brasil "foi feito seguindo o processo legal e respeitando a democracia". A visão americana é compartilhada juntamente com a Argentina e o Paraguai, porém de maneira oposta aparecem Bolívia e Venezuela que acreditam na tese da presidente Dilma Rousseff ,de que foi feito um "golpe de Estado".

 A Alemanha também se manifestou a respeito do Brasil que é seu maior parceiro na América Latina, o porta-voz do Ministério do Exterior da Alemanha, Martin Schafer disse que a Alemanha está respaldando o presidente interino Michel Temer e que o governo alemão não acredita em "jogos de palavras desse tipo", se referindo ao "golpe" dito por Dilma.


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