Ministro sob suspeita do governo do PT só saia algemado. No governo Temer, não dura 24 horas

O Governo de Michel Temer tem revelado uma série de diferenças positivas em relação aos Governos do PT de Lula e Dilma, que atravessaram seus mandatos escondendo os "malfeitos" dos seus Ministros.

Logo no primeiro mandato do ex­presidente Lula, a Ministra da Secretaria de Assistência e Promoção Social, Benedita da Silva foi flagrada por de mau uso de dinheiro público ao pagar com recursos da União a hospedagem em um hotel de luxo na Argentina. Permaneceu no cargo por quase dois anos.
 Os governos de Lula e Dilma foram marcados pela impunidade e a dificuldade de demitir imediatamente um ministro corrupto. Pelo contrário, os governos do PT defenderam com unhas e dentes os acusados de corrupção e só os demitiu quando não era mais possível mantê­los nos cargos Depois foi a vez de José Dirceu, Antonio Palocci, Silas Rondeau, Erenice Guerra, Luiz Gushiken, Walfrido Mares Guia, Matilde Ribeiro e até mesmo Romero Jucá, todos envolvidos em denúncias graves de corrupção.


 No caso de José Dirceu, este saiu do governo direto para a prisão. No caso do governo Dilma, praticamente todos os seus ministros foram envolvidos em algum esquema de corrupção e vários se tornaram alvos de inquéritos na justiça e permaneceram no cargo, contrariando qualquer princípio de transparência.

Dilma gastou metade de seu tempo à frente do governo tentando sustentar os acusados de corrupção no governo. Nunca tomou a iniciativa de apurar um escândalo – e foram muitos. A lista é grande e tem nomes como Cid Gomes, Jaques Wagner, Kátia Abreu, Edinho Silva, Helder Barbalho, Jader Barbalho, Ideli Salvatti, Guido Mantega, Eduardo Braga, Gleisi Hoffmann, Aloisio Mercadante, José Eduardo Cardozo, Ricardo Berzoini e até mesmo Lula, entre outros envolvidos em denúncias graves até mesmo no STF.

Já o governo Temer não está demonstrando nenhuma tolerância com ministros suspeitos, como foi o caso dos ex­ministros Romero Jucá (Planejamento) e Fabiano Silveira (Transparência). O afastamento ocorre em menos de 24 horas diante do menor sinal de que o ocupante de alguma pasta esteja envolvido, citado ou apontado por alguma irregularidade.

A orientação de Temer foi bastante clara neste sentido: "Se ministros efetivamente cometerem ilícitos e equívocos, o presidente interino já disse na primeira reunião, deixam o governo e a vida continua. Entrará outro no lugar e tocará o governo. Ninguém é insubstituível", disse. "O ministro que tiver com problemas, que se explique. Se não conseguir se explicar, deixe o governo",


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