Gráficas que movimentaram R$ 52 milhões na campanha de Dilma possuem apenas 3 impressoras juntas

As eleições representam uma época de vacas gordas para as gráficas

É claro que estamos falando de empresas sérias, que possuem mão de obra e equipamentos profissionais para dar conta do recado.


Não é o caso das ‘gráficas’ que prestaram serviços para a campanha de Dilma Roussef.

A comprovação do crime que envolve desvios de verbas públicas foi feita pelo TRE/SP, ao verificar in loco e comparar os volumes de dinheiro com as condições de fornecimento de material pelas empresas.

A gráfica Red Seg, que recebeu a oitava maior verba, R$ 6,15 milhões da campanha de Dilma sequer dispõe de talão de notas fiscais e fica está  “estabelecida” em um local alugado, minúsculo, composto por uma impressora e uma guilhotina de papel há muito não utilizados.

A VTPB (que recebeu R$ 22,9 milhões, ) é ainda pior: não tem impressora, nem scanner, sequer uma máquina de xerox. O responsável fala vagamente em “subcontratações” onde teria passado serviço para outras gráficas, mas sequer possui contratos ou notas fiscais necessárias e legais.

A terceira gráfica, a Focal, recebeu R$ 24 milhões da campanha de Dilma, também é diminuta para o tamanho do dinheiro recebido e também não consegue declarar formalmente os serviços prestados.

Uma dessas empresas, conforme relatado na matéria da IstoÉ, é classificada como “muito engraçada, não tem impressora, não tem nada. Nem scanner, sequer máquina de xerox“.


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