Delicioso repeat, “Guardiões da Galáxia VOL. 2” promove Baby Groot a astro pop

Sequência do hit de 2014 é maior, mais musical e mais divertida. Drax e Baby Groot disputam de maneira acirrada o posto de grande destaque do filme que estreia nesta quinta-feira (27) nos cinemas do Brasil


Maior. Melhor. E com todas as cenas roubadas por Baby Groot. Em poucas palavras, essa é, mais do que possível, a definição exata do que é “Guardiões da Galáxia VOL. 2”, que estreia nesta quinta-feira (27) nos cinemas brasileiros – uma semana antes de aportar nas salas dos EUA e abrir oficialmente a temporada do verão americano de 2017 em Hollywood.
James Gunn dispôs, claro, de um orçamento maior. Especula-se que o filme tenha consumido algo em torno de US$ 220 milhões.


 O primeiro custou a Marvel US$ 170 milhões e arrecadou US$ 773,328 milhões globalmente. “Guardiões da Galáxia VOL. 2” começa com a equipe que une Peter Quill (Chris Pratt), Gamora (Zoe Saldana), Drax (Dave Bautista), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Baby Groot (voz de Vin Diesel) curtindo a fama de ter salvado a galáxia. Isso quer dizer que eles arranjam uns bicos aqui e outros acolá.

Baby Groot rouba todas as cenas em que aparece em Guardiões da Galáxia VOL. 2


Essas circunstâncias, claro, fazem com que Ego (Kurt Russell) encontre Quill, por quem procurava há muito tempo. Ego se apresenta como o pai de Quill, que ele tanto procurou e aqui rende uma excepcional piada com David Hasselhof. Este é o principal conflito do filme. Quill quer muito conviver com seu pai e a proposta de Ego é tentadora, mas ela desencadeia uma série de reações tanto em Quill como no grupo, em que cada um precisa lidar com suas próprias inseguranças.

James Gunn se mostra um tanto mais ambicioso neste segundo volume. A música, um dos pontos altos do primeiro filme, está ainda mais inserida na narrativa. A ponto de traduzir desejos, angústias e objetivos de certos personagens. Indo um passo além do sentido figurado. As referências pop e as deferências aos anos 80 pipocam em velocidade cósmica na tela. É impossível não se cativar por um filme assumidamente pop, colorido, altamente sarcástico e que abraça a pieguice sem comedimento.

Há, também, boas pitadas de easter eggs para fãs hardcore e o personagem de Sylvester Stallone, Stakar Ogord, é uma piscadela para o futuro de “Guardiões” no universo cinematográfico da Marvel. Há outras participações especiais que sugerem mudanças e, vale lembrar, o próprio Gunn já disse que o terceiro filme será o último com a formação do filme original.

“Guardiões da Galáxia VOL. 2” é tudo o que se espera do cinemão que Disney e Marvel parecem fazer melhor do que ninguém. E sem medo de fazer piadas com pênis e mamilos sensíveis. Sinais dos tempos.

Via:portalcbp




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